“DEIXE-SE LEVAR NUMA VISITA GUIADA AO ARREPIANTE MUNDO DOS
ASSASSINOS EM SERIE” diz a contracapa do livro “A, enciclopédia dos Serial
Killers, Z” que comecei a ler. É um livro (caso ainda não tenham percebido)
que relata histórias verídicas de homicídios, casos horripilantes que despertam
em nós “(…) uma atracção macabra.” e que “apelam (…) ao nosso interesse
mórbido(…)". É um assunto que sempre me despertou alguma curiosidade, talvez
devido à minha personalidade sorumbática.
As duas primeiras páginas consistem numa lista de alguns dos
nomes e respectivas alcunhas da interminável e inacabada lista de assassinos. A
maioria das alcunhas, após o ano de 1800, foi estabelecida pelos meios de comunicação, mas,
independentemente da sua origem, penso que as mesmas deveriam despertar algum
medo aquando a sua leitura, que nos provocasse “arrepios na espinha”. No
entanto, isso não acontece em todos os casos. Existem cognomes como “O Anjo da
Morte”, “A Condessa Sanguinária”, “O Demónio Vermelho”, “O Palhaço Assassino”,
entre outros. E existem outros não tão assustadores.
Por exemplo, o caso do Gary Carlton, conhecido como “O
Estrangulador das Meias”. Peço desculpa, mas o que imagino é um homem a dar nós
em meias e a rir-se que nem um lunático. Ou William Heirens, “O Assassino do
Batom”, que também não me desperta qualquer receio, dá-me mais a ideia de
alguém no mundo da moda que arruinou a sua própria reputação pela utilização
desadequada de um batom. Ou “A Besta do Sexo” (Melvin Rees), que parece mais
referir-se a um actor pornográfico. Ou então isto apenas ocorre na minha mente distorcida.
Vou continuar a lê-lo e se descobrir mais algum pormenor
possivelmente interessante Informar-vos-ei.
"imagino é um homem a dar nós em meias e a rir-se que nem um lunático" Ri-me tanto! a lunática era eu xD
ResponderEliminar