Como cabra que sou, vou berrar a minha opinião desaprovadora, e não fundamentada com os factos verídicos, sobre as escolhas que realizas da tua própria vida, que estão totalmente erradas, e, eu, como detentora da razão real e única tenho como obrigação transmitir esta informação a terceiros.
16 de janeiro de 2015
14 de janeiro de 2015
13 de janeiro de 2015
Desabafos da Madrugada #38
Aquele sorriso idiótico que ainda surge por razões estupidamente insignificantes. E por mais ridículo que seja, ainda sou livre de sonhar...
30 de setembro de 2014
Où Est Ton Papa?
"Seremos detestáveis?
Seremos admiráveis?
Progenitores ou génios?
Diga-nos quem dá à luz os irresponsáveis.
Oh, diga-nos quem
Todo mundo sabe como fazer bebés
Mas ninguém sabe como fazer pais
Senhor "eu sei tudo", deve ter herdado, é isso..."
~"Papaoutai" by Stromae
24 de setembro de 2014
In Love With My Sorrow
Gostei de ti. Gostei muito de ti, sejamos sinceros, provavelmente até de mais. E, talvez, ainda goste.
Mas a minha patética opinião permite-me acreditar que é impossível afagar, por completo, os sentimentos que tivemos por outrem, principalmente se se tratar de uma grande paixão. É uma ideia ridícula, uma desculpa para justificar a incapacidade e teimosia das minhas emoções.
Deixei-me cair na tentação, numa tentativa de salvação. Colhi a flor que desabrochava no bouquet podre que é a minha vida. Mas esta morreu tão depressa quanto desabrochou. A queda livre tornou-se violenta, fazendo-me embater fortemente no chão irregular, ferindo-me.
Destabilizou-me emocionalmente, Estragou-me. Quebrou o que restava da boneca de porcelana que sobrevivia da minha infância. Avariou-me de tal modo que impediu qualquer tipo de arranjo. Tornou-me lixo. Mas, no fundo, não passou de mais uma grande laceração.
Agora, sinto-me inútil, dramatizando uma situação tão insignificantemente importante. Consequência da minha fraca personalidade. É uma estupidez. Tudo isto, toda a minha vida, todo o meu EU…
"Darling, I forgive you after all
Anything is better than to be alone
And in the end I guess I had to fall
Always find my place among the ashes"
~"Lithium" by Evanescence
4 de setembro de 2014
Bad Luck
"Às vezes, eu acho que há alguém lá em cima, sentado, pensando em maneiras de me fazer parecer um completo idiota. A sério, eu aposto que há um anjo ou, mais provavelmente, um demónio, apenas para mim. E todos os dias ele levanta-se e pergunta-se o que poderá fazer para arruinar a minha vida. Bem, hoje ele teve um muito bom."
~Michael Thomas Ford
31 de agosto de 2014
Dedicated To Myself
Karma...
"You got a lot of nerve and looks like the tables turning
And now you're wishing me well like you miss me
You got a dirty tongue and looks like the damage done is forever
And it's a long time to miss me"
~"Lonely Girl" by Tonight Alive
23 de agosto de 2014
Second Time
A história repete-se.
"Mais vale tarde do que nunca", dizem... Será?
Numa situação repleta de incógnitas, a certeza de um nunca é muito mais acolhedora. No entanto, a minha vida só se sabe desenvolver através de dúvidas e incertezas. E foi isso que encontrou no tarde, um talvez difuso, desfocado.
Nas suas possibilidades criou uma certeza contrafeita, baseando-se numa afirmação que se ia formando (proveniente dos meus sentimentos ou pensamentos?) e que tentei negar com todas as minhas forças. O seu reconhecimento apenas trouxe mau estar, tristezas e vontades que nunca se irão realizar.
Ainda anseio pelo nunca, apesar de saber que, nesta repetição de acontecimentos, o tarde já ganhou...
7 de agosto de 2014
My Mind Never Sleeps
Ontem sonhei. Sei-o porque relembro-me do que vivi durante o sono.
A minha mente sádico-masoquista obrigou-me a vivenciar uma situação que expunha friamente um dos meus medos mais recentes. Sujeitou-me a um sonho terrificantemente real, de modo a retirar prazer na dor que me proporcionou. De modo a alimentar a sua amante depressão com a tristeza que me proporcionou.
Sonhei, portanto, um pesadelo.
Sonhei, portanto, um pesadelo.
Resultado: Acordei extremamente desanimada.
2 de agosto de 2014
Again And I Feel Unsafe
"Sê meu amigo
Segura-me, envolve-me
Descobre-me
Eu sou pequena
Estou carente
Aquece-me
E respira-me"
~"Breathe Me" by Sia
28 de julho de 2014
Lessthanslashthree
De cinco em cinco anos, era o plano inicial. Fácil e economizador de dores. Mas, como tudo na vida, seria demasiado descomplicado se não surgissem uns quantos percalços que alterassem completamente o esboço inicial. Contratempos que têm ocorrido mais recorrentemente do que o desejado.
Agora dou por mim, mais uma vez, a suspirar pelos cantos, a pensar nisso constantemente, a ser consumida pela angústia que acompanha estes sentimentos irracionais.
Ahhhh, odeio isto!
Desabafos da Madrugada #34
São quatro horas da manhã, mais coisa, menos coisa. Do outro lado da casa consegue-se ouvir o ressoar das respirações pesadas de quem já dorme. Eu, por outro lado, estou extremamente desperta, apoiada sobre o parapeito da janela aberta da cozinha.
Aprecio a vista que rodeia a casa dos meus pais enquanto fumo. Observo uma paisagem que não deslumbraria ninguém, mas cuja nostalgia a torna tão perfeita aos meus olhos. Deixo-me envolver pela brisa fresca da noite, tão acolhedora, e deleito-me com os ecos do seu silêncio.
É um momento de míseros segundos, tão longos quanto eu os desejar que sejam, durante os quais navego distraidamente nos meus pensamentos ou apenas analiso todos os pormenores de um cenário físico que conheci toda a minha vida. Neste fragmento do tempo tudo está bem, tudo é possível, tudo é perfeito. Na simplicidade da calma que me rodeia, alcanço a paz .
E assim se transforma num dos melhores momentos que vivi nos últimos tempos.
27 de julho de 2014
Desabafos da Madrugada #33
Ontem deitei-me cedo, por volta das dez horas da noite. Ocasião incomum, consequência do sono acumulado nos últimos tempos ou da depressão.
À meia noite, o meu relógio biológico, muito atordoado com a raridade da situação, decidiu acordar-me.
"Isto não são horas de estar a dormir!" Gritou revoltado.
Mas eu ignorei-o, virando-me para o outro lado e voltando a adormecer. No entanto, ele não se convenceu que essa era a decisão mais correcta e ás três da manhã decidiu acordar-me, de novo.
"Já dormiste as tuas cinco horas diárias! Por isso, toca a levantar!".
Desta vez, ele ganhou (como podem ver...).
Com um relógio biológico destes, todo alterado e extremamente indignado a mudanças, não é possível ter hábitos de sono saudáveis. Por outro lado, sou uma pessoa noctívaga, com os horários todos trocados, desde de bebé (a sério, perguntem aos meus pais!). E, apesar de estar incapacitada de dormir em paz, vou retorquir a minha natureza instável, tentando ganhar esta luta contra o sono inconstante, voltando para o conforto da minha cama.
Por isso, boa noite e bons sonhos!
17 de julho de 2014
Solidão Protectora
É óbvio quando alguém não quer nada connosco, de tal maneira óbvio que só mesmo a nossa cegueira para o negar.
Eventualmente, apercebemo-nos do mesmo. Da onda que nos empurra numa corrente forte sem fim. Que nos afunda , obrigando-nos a lutar pela respiração, impedida pelos pulmões encharcados. Que nos sufoca, que nos afoga.
Morremos. Morremos sempre um pouco.
Ao renascermos, afastamo-nos. Escapamo-nos do perigo. Isolamo-nos, na esperança de uma sobrevivência facilitada. Mas o conhecimento de companhia apenas torna a solidão mais amarga. E, por mais pessoas que nos rodeiem, o sentimento de "só" nunca desvanece.
Vivendo neste medo de me voltar a ferir, torno impossível a seriedade se instalar. Fujo, desvio-me. Deixo de falar aos poucos, abusando dos monossílabos, calando os desabafos, tornando a minha vida desprovida de novidades. Torno o silêncio a minha língua materna. Afasto-me, afastando-os agressivamente de mim.
No final, volto ao meu estado primitivo: volto à solidão.
"Nobody likes you
Everyone left you
They're all out without you havin' fun
Everyone left you
Nobody likes you
They're all out without you havin'fun
Where'd you go?"
~"Homecoming" by Green Day
15 de julho de 2014
25 de junho de 2014
16 de junho de 2014
Let Me See Beneath Your Beautiful Tonight
Nunca será a ultima vez, pois não?
As lágrimas nunca sessarão, a dor nunca passará.
É suposto ser assim? A vida dos infortunados? Em dor constante? Numa depressão infinita?
Talvez seja. Talvez seja a única coisa que nos definirá enquanto seres humanos e não puros objectos. Este sofrimento tão lacerante, como uma lâmina na pele, libertando lágrimas de sangue que secam externamente, mas permanecem a correr pelas veias da mente.
Uma mágoa que é unicamente divina para nós, por nós. Por mais razões que tenha, por mais objectos, pessoas, momentos que a provocam, haverá sempre aquele ponto fraco que nunca desaparecerá.
Qual é o meu? Não interessa… Mas eu conheço-o e por mais que o tente recalcar, ele renasce inesperadamente, involuntariamente do meu consciente.
Nunca será a última vez, por mais promessas que faça, nunca será a última vez…
"I'm running away
And faster than you can follow me from this lonely place
And farther than you can find me
I'm leaving, yeah... I'm leaving today
I, I'll never let you find me
I'm leaving you behind with the past
No I won't look back"
~"Running Away" by Midnight Hour
9 de maio de 2014
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