28 de janeiro de 2014

"A Vida Mais Doce É Não Pensar Em Nada."

"Não há nada mais torturante para o homem do que os seus próprios pensamentos."
~John Webster

19 de janeiro de 2014

Leave It Unspoken


Por momentos, foi a falta delas... 
Agora arrependo-me de ter descodificado os silêncios...


8 de janeiro de 2014

My New Addiction

 Um novo tique, um novo vício.
Dou por mim a morder convictamente o lábio inferior. A morder até sangrar.  
E por mais que tenha a consciência de que o estou a fazer não o consigo evitar. 
Origina uma dor prazerosa que tenho a  necessidade de prolongar.
Talvez esta nova mania se tenha desenvolvido devido ao stress que ando a vivenciar nestas ultimas semanas. Talvez seja apenas mais uma escapatória masoquista aos problemas que procuro evitar...

4 de janeiro de 2014

Tic Tac Tic Tac...


A vida são dois segundos, limitada a um tempo que voa, que passa repentinamente. É mal aproveitada e desperdiçada, apenas reconhecendo o seu devido valor no leito da morte.
No entanto, apercebemo-nos da sua má utilização no nosso dia a dia, quando reflectimos sobre as nossas acções, sobre o nosso passado. Perdemos tanta coisa pelo caminho. Deixamos escapar tantas aventuras e oportunidades únicas, apenas restando os “e se?”.
No fundo, nascemos para morrer, sendo poucos aqueles que conseguem descobrir a essência da vida, a razão pela qual estão neste mundo. Os restantes, devido ao desperdício da nossa existência, muito provavelmente voltariam atrás no tempo para refazer a sua história.

3 de janeiro de 2014

Unhearted

O problema de ser o primeiro amor de alguém, é que todos os próximos terão que concorrer com a sua ausência.


Desistindo (Por Hoje)

Porque o sono está a violar a minha mente...

2 de janeiro de 2014

Miserável Existência


Somos míseros seres insignificantes e imperfeitos. A nossa existência resume-se numa pequena porção de tempo que rapidamente acaba, extinguindo-se repentinamente. Ocorremos como irracionais racionais, já que a nossa exclusiva racionalidade falta em demasia. Adoentados com a síndrome de Deus, pensamos erradamente que controlamos o mundo e que somos o seu centro. No fundo, somos unicamente bocados de carne figurados que ambulam nesta Terra com a falsa ideia de que existimos.