30 de setembro de 2014

Où Est Ton Papa?


"Seremos detestáveis?
Seremos admiráveis?
Progenitores ou génios?
Diga-nos quem dá à luz os irresponsáveis.
Oh, diga-nos quem
Todo mundo sabe como fazer bebés
Mas ninguém sabe como fazer pais
Senhor "eu sei tudo", deve ter herdado, é isso..."
~"Papaoutai" by Stromae

24 de setembro de 2014

In Love With My Sorrow

Gostei de ti. Gostei muito de ti, sejamos sinceros, provavelmente até de mais. E, talvez, ainda goste.
Mas a minha patética opinião permite-me acreditar que é impossível afagar, por completo, os sentimentos que tivemos por outrem, principalmente se se tratar de uma grande paixão. É uma ideia ridícula, uma desculpa para justificar a incapacidade e teimosia das minhas emoções.
Deixei-me cair na tentação, numa tentativa de salvação. Colhi a flor que desabrochava no bouquet podre que é a minha vida. Mas esta morreu tão depressa quanto desabrochou. A queda livre tornou-se violenta, fazendo-me embater fortemente no chão irregular, ferindo-me.
Destabilizou-me emocionalmente, Estragou-me. Quebrou o que restava da boneca de porcelana que sobrevivia da minha infância. Avariou-me de tal modo que impediu qualquer tipo de arranjo. Tornou-me lixo. Mas, no fundo, não passou de mais uma grande laceração.
Agora, sinto-me inútil, dramatizando uma situação tão insignificantemente importante. Consequência da minha fraca personalidade. É uma estupidez. Tudo isto, toda a minha vida, todo o meu EU…

"Darling, I forgive you after all
Anything is better than to be alone
And in the end I guess I had to fall
Always find my place among the ashes"
~"Lithium" by Evanescence

4 de setembro de 2014

Bad Luck

"Às vezes, eu acho que há alguém lá em cima, sentado, pensando em maneiras de me fazer parecer um completo idiota. A sério, eu aposto que há um anjo ou, mais provavelmente, um demónio, apenas para mim. E todos os dias ele levanta-se e pergunta-se o que poderá fazer para arruinar a minha vida. Bem, hoje ele teve um muito bom."
~Michael Thomas Ford

31 de agosto de 2014

Dedicated To Myself

Karma...
"You got a lot of nerve and looks like the tables turning
And now you're wishing me well like you miss me
You got a dirty tongue and looks like the damage done is forever
And it's a long time to miss me"
~"Lonely Girl" by Tonight Alive

23 de agosto de 2014

Second Time

A história repete-se. 
"Mais vale tarde do que nunca", dizem... Será?
Numa situação repleta de incógnitas, a certeza de um nunca é muito mais acolhedora. No entanto, a minha vida só se sabe desenvolver através de dúvidas e incertezas. E foi isso que encontrou no tarde, um talvez difuso, desfocado. 
Nas suas possibilidades criou uma certeza contrafeita, baseando-se numa afirmação que se ia formando (proveniente dos meus sentimentos ou pensamentos?) e que tentei negar com todas as minhas forças. O seu reconhecimento apenas trouxe mau estar, tristezas e vontades que nunca se irão realizar.
Ainda anseio pelo nunca, apesar de saber que, nesta repetição de acontecimentos, o tarde já ganhou...

7 de agosto de 2014

My Mind Never Sleeps

Ontem sonhei. Sei-o porque relembro-me do que vivi durante o sono.
A minha mente sádico-masoquista obrigou-me a vivenciar uma situação que expunha friamente um dos meus medos mais recentes. Sujeitou-me a um sonho terrificantemente real, de modo a retirar prazer na dor que me proporcionou. De modo a alimentar a sua amante depressão com a tristeza que me proporcionou.
Sonhei, portanto, um pesadelo.
Resultado: Acordei extremamente desanimada. 

2 de agosto de 2014

Again And I Feel Unsafe

"Sê meu amigo
Segura-me, envolve-me
Descobre-me
Eu sou pequena
Estou carente
Aquece-me
E respira-me"
~"Breathe Me" by Sia

28 de julho de 2014

Lessthanslashthree

De cinco em cinco anos, era o plano inicial. Fácil e economizador de dores. Mas, como tudo na vida, seria demasiado descomplicado se não surgissem uns quantos percalços que alterassem completamente o esboço inicial. Contratempos que têm ocorrido mais recorrentemente do que o desejado. 
Agora dou por mim, mais uma vez, a suspirar pelos cantos, a pensar nisso constantemente, a ser consumida pela angústia que acompanha estes sentimentos irracionais.
Ahhhh, odeio isto!

Desabafos da Madrugada #34

São quatro horas da manhã, mais coisa, menos coisa. Do outro lado da casa consegue-se ouvir o ressoar das respirações pesadas de quem já dorme. Eu, por outro lado, estou extremamente desperta, apoiada sobre o parapeito da janela aberta da cozinha.
Aprecio a vista que rodeia a casa dos meus pais enquanto fumo. Observo uma paisagem que não deslumbraria ninguém, mas cuja nostalgia a torna tão perfeita aos meus olhos. Deixo-me envolver pela brisa fresca da noite, tão acolhedora, e deleito-me com os ecos do seu silêncio.
É um momento de míseros segundos, tão longos quanto eu os desejar que sejam, durante os quais navego distraidamente nos meus  pensamentos ou apenas analiso todos os pormenores de um cenário físico que conheci toda a minha vida. Neste fragmento do tempo tudo está bem, tudo é possível, tudo é perfeito. Na simplicidade da calma que me rodeia, alcanço a paz . 
E assim se transforma num dos melhores momentos que vivi nos últimos tempos.

27 de julho de 2014

Desabafos da Madrugada #33

Ontem deitei-me cedo, por volta das dez horas da noite. Ocasião incomum, consequência do sono acumulado nos últimos tempos ou da depressão.
À meia noite, o meu relógio biológico, muito atordoado com a raridade da situação, decidiu acordar-me.
"Isto não são horas de estar a dormir!" Gritou revoltado.
Mas eu ignorei-o, virando-me para o outro lado e voltando a adormecer. No entanto, ele não se convenceu que essa era a decisão mais correcta e ás três da manhã decidiu acordar-me, de novo.
"Já dormiste as tuas cinco horas diárias! Por isso, toca a levantar!".
Desta vez, ele ganhou (como podem ver...).
Com um relógio biológico destes, todo alterado e extremamente indignado a mudanças, não é possível ter hábitos de sono saudáveis. Por outro lado, sou uma pessoa noctívaga, com os horários todos trocados, desde de bebé (a sério, perguntem aos meus pais!). E, apesar de estar incapacitada de dormir em paz, vou retorquir a minha natureza instável, tentando ganhar esta luta contra o sono inconstante, voltando para o conforto da minha cama. 
Por isso, boa noite e bons sonhos!

17 de julho de 2014

Solidão Protectora

É óbvio quando alguém não quer nada connosco, de tal maneira óbvio que só mesmo a nossa cegueira para o negar. 
Eventualmente, apercebemo-nos do mesmo. Da onda que nos empurra numa corrente forte sem fim. Que nos afunda , obrigando-nos a lutar pela respiração, impedida pelos pulmões encharcados. Que nos sufoca, que nos afoga.
Morremos. Morremos sempre um pouco.
Ao renascermos, afastamo-nos. Escapamo-nos do perigo. Isolamo-nos, na esperança de uma sobrevivência facilitada. Mas o conhecimento de companhia apenas torna a solidão mais amarga. E, por mais pessoas que nos rodeiem, o sentimento de "só" nunca desvanece.
Vivendo neste medo de me voltar a ferir, torno impossível a seriedade se instalar. Fujo, desvio-me. Deixo de falar aos poucos, abusando dos monossílabos, calando os desabafos, tornando a minha vida desprovida de novidades. Torno o silêncio a minha língua materna. Afasto-me, afastando-os agressivamente de mim.
No final, volto ao meu estado primitivo: volto à solidão.

"Nobody likes you
Everyone left you
They're all out without you havin' fun
Everyone left you
Nobody likes you
They're all out without you havin'fun
Where'd you go?"
~"Homecoming" by Green Day

15 de julho de 2014

Spell Your Name With Songs


Zombie by The Cranberries
Everlong by Foo Fighters
Never Too Late by Three Days Grace

E o teu?

25 de junho de 2014

16 de junho de 2014

Let Me See Beneath Your Beautiful Tonight

Nunca será a ultima vez, pois não?
As lágrimas nunca sessarão, a dor nunca passará. 
É suposto ser assim? A vida dos infortunados? Em dor constante? Numa depressão infinita?
Talvez seja. Talvez seja a única coisa que nos definirá enquanto seres humanos e não puros objectos. Este sofrimento tão lacerante, como uma lâmina na pele, libertando lágrimas de sangue que secam externamente, mas permanecem a correr pelas veias da mente.
Uma mágoa que é unicamente divina para nós, por nós. Por mais razões que tenha, por mais objectos, pessoas, momentos que a provocam, haverá sempre aquele ponto fraco que nunca desaparecerá. 
Qual é o meu? Não interessa… Mas eu conheço-o e por mais que o tente recalcar, ele renasce inesperadamente, involuntariamente do meu consciente.
Nunca será a última vez, por mais promessas que faça, nunca será a última vez…

"I'm running away
And faster than you can follow me from this lonely place
And farther than you can find me
I'm leaving, yeah... I'm leaving today
I, I'll never let you find me
I'm leaving you behind with the past 
No I won't look back"
~"Running Away" by Midnight Hour

7 de maio de 2014

Desabafos da Madrugada #28


Fiquei a matutar no assunto, sem qualquer motivo justificável. Pois, no fundo, é apenas mais um ponto na minha lista infindável de defeitos.

"I cannot maintain a semblance of normal anymore
I'd rather feel pain than try to fit in with you anymore
I'll throw it all away like everybody else
I can finally be myself  'cause I don't want to be myself"
~"Gehenna" by Slipknot

27 de abril de 2014

0 To 5

A musa da minha escrita é o meu estado emocional, funcionando de maneira estranha e instável.
No meu estado “normal”, a inspiração por ela proporcionada é inconstante, intermitente.
Por outro lado, ela e a felicidade não são grandes amigas, entrando em conflito, impedindo a escrita de se desenvolver.
A sua grande paixão é pela minha depressão, onde surge energeticamente, com excesso de ideias que se atropelam umas às outras. Mas quando o desespero constante é o que consome o meu humor, a inspiração permanece lá, as ideias multiplicam-se, mas a vontade de escrever dissipa-se.

Actualmente, eu não consigo escrever.

19 de abril de 2014

Owari

“- Porque é que só escreves dramas? 
- Porque a vida não tem um final feliz…”

17 de abril de 2014

One Sided Love

É um escudo que nos protege dos outros e de nós próprios, dos nossos sentimentos irracionais. Permite impossibilitar o desenvolver de afectos profundamente significativos por outrem, que o tornaram incondicionalmente especial. Impede-nos de vivenciar, novamente, um sofrimento outrora experimentado; de sermos, mais uma vez, os desfeitos e lacerados, esmagados pela dor.
“Amar” torna-se, portanto, numa capacidade impossibilitada, pausada no tempo, por sonhos que nunca se concretizarão.


28 de março de 2014

Ich Bin Da

Hey!
Desculpa por ser uma amiga de merda...


"Sometimes I'm a selfish fake,
You're always a true friend,
And I don't deserve you cause I'm not there for you.
Please, forgive me again...
I wanna be there for you,
Someone you can come to...
It runs deeper than my bones,
I wanna be there for you..."
~"There For You" by Flyleaf

24 de março de 2014

I'm Not Sober All The Time...

Acordei atordoada, desorientada, incapaz de reconhecer o local onde me encontrava. Os meus olhos examinaram o local, estranhando aquelas paredes, aquela luz, aquela divisão.
"Estou morta?" Pensei
Mas a resposta foi não, infelizmente.
O reacender da minha memória foi o que me permitiu voltar à realidade, dissipando a confusão que se tinha instalado na minha mente e que, aparentando uma eternidade, apenas durou uns míseros segundos.
Acordei, sendo, mais uma vez, obrigada a existir.

23 de março de 2014

19 de março de 2014

Desabafos da Madrugada #19

Dê-me uma lâmina para poder ressuscitar parte da minha ingénua felicidade infantil...

"Ela estava a sangrar. Linhas perfeitas atravessavam os seus pulsos, longe de todas as veias cruciais. Mas suficiente perto para deixar faixas vermelhas e molhadas na sua pele. Não acertou em nenhuma das suas veias quando o fez; a morte não era o seu objectivo."
~Richelle Mead
 "Academia de Vampiros"

18 de março de 2014

I'm Not A Serial Killer, Trust Me


Hoje, tive uma vontade psicopata.
Um vaipe meramente mental, enquanto me deslocava para a faculdade.
Apeteceu-me atirar o cigarro aceso, que ainda fumava, para uma bomba de gasolina pela qual passo no meu percurso rodoviário.
Apeteceu-me ouvir a explosão, os gritos histéricos resultante do pânico instalado nas redondezas, suficientemente longe para não serem afectados pela mesma.
Apeteceu-me tudo isto, num mundo em que eu não fosse afectada, de modo a poder assistir à tal desgraça. Mas também pouco me importou ser prejudicada pela minha atitude mórbida, pouco me importou a minha morte. Apenas a morte dos outros me pareceu extremamente apetecível.
Mas tudo não passou de um sonho momentâneo.
Pois, hoje, tive uma vontade psicopata.

15 de março de 2014

Cryin

Gostava de tirar um dia. Um dia para chorar. Para não fazer mais nada senão chorar. Chorar até secar a alma, chorar até cegar a visão, chorar até desmaiar num sono profundo. Chorar por tudo o que foi, por tudo o que será. Por tudo o que é e o que não é. Chorar até dissipar todas as nostalgias, todas as palavras não ditas, todas as mentiras. Por todos os falhanços e por todas as conquistas. Por toda a minha vida. Chorar até não sentir mais nada. Chorar até não ser mais eu. Chorar até renascer, para poder viver mais um dia.

14 de março de 2014

10 de março de 2014

Talvez...

*Não, não tem razão. Sou pessimista e mesmo assim cheguei onde cheguei. Os resultados não foram sempre negativos. Visto bem, eu entrei no curso que queria, não foi? O posterior a isso em nada está relacionado com essa característica da minha personalidade.
É uma perda de tempo tentar persuadir-me a deixar de o ser. É uma das minhas características mais marcadas, resultado de um relacionamento de vinte anos. E vinte anos é muito tempo…
Ser pessimista é ser realista, já que a vida é apenas injusta e maliciosa. É o que me protege, que me permite manter os pés na terra, impedindo-me de sonhar alto e, consequentemente, de cair violentamente. Assim, prefiro rastejar pelo chão, toda a minha vida, pois dele não passo.
É um traço da minha personalidade profundamente interiorizado no meu ser, no meu sangue. Assim como a depressão. Sem eles, não sou eu. Perco toda a minha essência, que sejamos sinceros, é quase inexistente. Por isso, não quero mudar, não me quero curar. Quero que me deixem em paz, a ser a merda de pessoa que sou. Que deixem de opinar sobre a minha vida, sobre mim.
O que quero é desistir. De tudo. Disto. Destas consultas que apenas me revoltam mais. Quando estiver pronta, voltarei.*

- Sim, é isso. Tem razão.

"Depois de um ano em terapia o meu psiquiatra disse-me: "Talvez a vida não seja para todos" 
~Larry Brown

8 de março de 2014

Faking Happiness

Há uns que recorrem a métodos naturais, eu uso produtos químicos, venenos receitados que me corroem o organismo, apenas para evitar uma morte eminente mais precoce...
Valerá a pena?

2 de março de 2014

É Como Ter Saudades De Um Local Em Que Nunca Esteve

Sente inexplicavelmente, numa solidão arrebatadora. Procura a liberdade, uma luz que a guie para um mundo inexistente. Deseja voar, ir para longe, para onde a felicidade finalmente se encontra. A felicidade, a paz, a claridade que permite curar a cegueira, tornando possível ver o que realmente importa. Onde finalmente se sentirá em casa. Mas não consegue. Presa por correntes que impedem a sua movimentação, pelo seu peso, pela força com que apertam as suas articulações. E assim fica, para toda a eternidade, presa numa escuridão pesada, num silêncio aterrador, numa solidão absoluta. Presa a um corpo em degradação, presa a uma mente obscura.


"Pensava que eram meras saudades de casa, até começar a senti-lo em casa."
 ~John Lennon

1 de março de 2014

It Was Never About Her, It Was About The Hurt

E já passou um ano...

"I kill myself in small amounts
In each relationship it's not about love.
Just another funeral and just another girl left in tears...
"
~"They Said That Hell's Not Hot" by Marilyn Manson

19 de fevereiro de 2014

The "Law"

Antigamente não gostava de policias.
Actualmente, continuo a não gostar deles...

13 de fevereiro de 2014

NO ONE CARES

Por vezes esqueço-me da dura realidade que descobri ainda em criança:
Ninguém quer saber!

1 de fevereiro de 2014

Musica Antes De Mais Nada

"Pouco importam as notas na música, o que conta são as sensações produzidas por elas."
Leonid Pervomaisky 

28 de janeiro de 2014

"A Vida Mais Doce É Não Pensar Em Nada."

"Não há nada mais torturante para o homem do que os seus próprios pensamentos."
~John Webster

19 de janeiro de 2014

Leave It Unspoken


Por momentos, foi a falta delas... 
Agora arrependo-me de ter descodificado os silêncios...


8 de janeiro de 2014

My New Addiction

 Um novo tique, um novo vício.
Dou por mim a morder convictamente o lábio inferior. A morder até sangrar.  
E por mais que tenha a consciência de que o estou a fazer não o consigo evitar. 
Origina uma dor prazerosa que tenho a  necessidade de prolongar.
Talvez esta nova mania se tenha desenvolvido devido ao stress que ando a vivenciar nestas ultimas semanas. Talvez seja apenas mais uma escapatória masoquista aos problemas que procuro evitar...

4 de janeiro de 2014

Tic Tac Tic Tac...


A vida são dois segundos, limitada a um tempo que voa, que passa repentinamente. É mal aproveitada e desperdiçada, apenas reconhecendo o seu devido valor no leito da morte.
No entanto, apercebemo-nos da sua má utilização no nosso dia a dia, quando reflectimos sobre as nossas acções, sobre o nosso passado. Perdemos tanta coisa pelo caminho. Deixamos escapar tantas aventuras e oportunidades únicas, apenas restando os “e se?”.
No fundo, nascemos para morrer, sendo poucos aqueles que conseguem descobrir a essência da vida, a razão pela qual estão neste mundo. Os restantes, devido ao desperdício da nossa existência, muito provavelmente voltariam atrás no tempo para refazer a sua história.

3 de janeiro de 2014

Unhearted

O problema de ser o primeiro amor de alguém, é que todos os próximos terão que concorrer com a sua ausência.


Desistindo (Por Hoje)

Porque o sono está a violar a minha mente...

2 de janeiro de 2014

Miserável Existência


Somos míseros seres insignificantes e imperfeitos. A nossa existência resume-se numa pequena porção de tempo que rapidamente acaba, extinguindo-se repentinamente. Ocorremos como irracionais racionais, já que a nossa exclusiva racionalidade falta em demasia. Adoentados com a síndrome de Deus, pensamos erradamente que controlamos o mundo e que somos o seu centro. No fundo, somos unicamente bocados de carne figurados que ambulam nesta Terra com a falsa ideia de que existimos.