12 de setembro de 2013

Heima

“Lisboa, 12 de Setembro de 2013

Querida Mente,
Conheces-me, sabes quais os meus vícios e as minhas características. Portanto, compreendo que me queiras satisfazer a minha tendência masoquista alimentando a minha necessidade de tristeza, e, por mais que aprecie a minha depressão, penso que está na altura de a acalmar.
Por isso, peço-te, imploro-te que pares! Que pares de me trazer sentimentos nostálgicos, esperanças de futuros impossíveis e memórias dolorosas.
Chega! Isto tem que acabar! Eu não consigo suportar tal tortura, à qual me submetes vezes e vezes sem conta.
Esta dor já se prolonga à demasiado tempo…

Beijos,


Zen** 

Sem comentários:

Enviar um comentário